O que consegui aprender jogando the sims e onde baixar o jogo completo

Pensei em várias maneiras de começar esse texto mas a mais correta de todas parece ser: the sims é vida. Há quem diga que esse é um jogo para pessoas solitárias, ou que esse é um passatempo para quem não bate muito bem das ideias. A verdade é que já joguei todas as versões desse simulador e sigo querendo mais expansões. 

Nesse jogo tu cria um personagem - o sim - e a partir dai toma todas as decisões necessárias para dar andamento a vida desse pequeno humano virtual. Quando ele vai ao banheiro, quando ele come, quando ele dorme, quando ele se comunica. Tudo está nas suas mãos. Digamos que o jogo é o planeta terra e nós somos uma espécie de deuses que comandam tudo.

Jogando the sims aprendi muitas coisas bem relevantes tanto para o jogo, quanto para a minha vida. Listei algumas considerações. Quem já se diverte com esse clássico pode certamente se identificar. Quem não joga, pode se inspirar a entrar nesse mundo. 


APRENDIZADO #1: QUERO UM BOTÃO MOTHERLODE



A maneira mais rápida e fácil de conseguir ter dinheiro. Para uma pequena estagiária cheia de contas para pagar, esse é um botão no qual eu sonho ter na vida. Não é a maneira mais correta de conseguir verdinhas, já que os sims precisam, assim como nós, trabalhar para conseguir colocar suas finanças no lugar. Pelo menos no jogo digitar a palavra motherlode já ajuda a avançar algumas casas e etapas desgastantes da rotina. 

7 programas um tanto quanto idiotas mas que eu assisto mesmo assim

Fonte da imagem: Vintage Everyday
Em um mundo onde quase todo mundo acompanha somente os últimos lançamentos do cinema e as séries do momento, quem assiste televisão vira quase um extraterrestre. A pouco tempo descobri que canais como Discovery Home & Health caíram no meu gosto e isso me faz sentir um pouco mais velha. 

Sabe aqueles programas meio idiotas, em que tu sabe como vai ser o começo, meio e fim, as adversidades e as coisas boas mas mesmo assim segue assistindo? É. São os meus favoritos e acabaram de entrar para a lista de "coisas bobas para fazer em um dia de folga". Fiz uma lista e se vocês acabarem se identificando não vou me sentir sozinha nesse mundo. Confere comigo:

PROGRAMA #1: IRMÃOS A OBRA

Imagina que louco comprar casas para reformar ou vender para adquirir algo maior e melhor. NUNCA IMAGINEI CURTIR PROGRAMAS COM TEOR IMOBILIÁRIO mas tá ai, eu adoro muito irmãos a obra. Acho que é a idade e a vontade de ter um canto só meu que me fez dar audiência para coisas desse gênero. Os irmãos Scott são bem engraçados e mesmo o programa parecendo um tanto quanto besta, com cenas previsíveis, ele nos faz refletir sobre investimentos.

Diário nem tão diário de crescimento: O Potter fez 1 ano.

Fiquei um mês afastada do blog então consequentemente deixei passar o décimo primeiro mês do Potter. Me senti bem culpada por esse desleixo, mas o que importa é que estamos de volta, certo?

Nosso aumigo chegou ao primeiro ano de vida e para comemorar fizemos um bolo de petiscos para ele comer. Depois disso pensei que poderia ter feito um bolo com frutas, pois seria mais saudável e ele comeria do mesmo jeito. Nesses 12 meses acompanhamos o crescimento do nosso catioro, colecionamos muitas histórias, risadas e aprendizados. Não consigo mais me imaginar sem esse amigo de quatro patas do meu lado. 

Com um ano ainda não fiz a castração do nosso amigo. Antes que me ataquem e falem que isso é um absurdo, calmem. Não acredito em castrações que custam menos que o valor de uma anestesia e nenhum local que visitei até o momento me passou a confiança necessária para esse procedimento. Como mencionei em outros diários, o nosso amigo ficou com uma das bolinhas dentro de si - ainda bem que é bem próximo da pele - o que faz a operação ser um pouco mais detalhada do que o normal. Peço ajuda aos amigos com indicações de hospitais veterinários aqui em Porto Alegre (quanto mais opções melhor). 

5 motivos do porque não consigo manter o blog ativo

Quem não deixou o blog parado por um bom espaço de tempo que atire a primeira pedra. Admito que minha consciência anda um pouco pesada por deixar essa página parada por mais de um mês. Queria mesmo é que o dia tivesse 48 horas e que meu corpo pedisse menos horas de sono. Bom, mesmo com todo o planejamento há outros fatores que justificam as pausas nos nossos projetos pessoais. Vamos conhecer abaixo alguns vilões que tentam - apenas tentam - colocar para baixo a nossa motivação e fazem os blogs diminuírem a frequência de publicações. 

VILÃO #1: OS ESTUDOS

No meu caso, estando na faculdade, os fins de semana normalmente são consumidos por tarefas ead e elaborações de trabalhos teóricos para os dias da semana. Como jornalismo é um curso que inclui algumas cadeiras práticas, volta e meia estamos utilizando parte do nosso tempo em saídas de campo e entrevistas. Não gosto muito de reclamar desse vilão, pois o TCC ainda nem chegou, mas como quis atolar minha rotina tendo aulas em dois turnos diferentes a coisa ficou um pouco feia para o meu lado. 

Super Mário Run e os 10 dólares que me impedem de seguir jogando

Foi com imensa felicidade que dei as boas vindas ao Super Mario Run, novo jogo mobile da Nintendo. Como todos os mortais, Mario World fez parte da minha infância (e adolescência, e idade pré-adulta) e por isso foi muito legal reviver a história e os personagens jogando pelo celular, mesmo com um formato diferente. 

O mobile é dividido entre o reino, os mundos e as corridas. Para quem começa o jogo, somente o primeiro mundo é liberado - são seis mundos ao total, com quatro fases cada. A triste notícia é que quando o mundo 1 acaba, tu tens que pagar aproximadamente 10 dólares para liberar as demais fases. Se tu é pobre que nem eu, a animação para por aqui pois não há possibilidade de seguir descobrindo mais mundos. Aqui no Brasil essa brincadeira deve sair em torno dos R$ 34 reais, o que não é muito caro se tu pensar que o Mário merece. 

Desventuras em série: sobre o livro, o filme e a nova produção do netflix

Faz algum tempo que estou em volta do tema desventuras em série. Vi o filme a alguns anos, consegui comprar o box dos livros a algumas semanas e a alguns dias terminei de assistir a série do Netflix que conta a história dos infortunados irmãos Baudelaire. 

Quem começar a ler essa publicação já deve saber que muitos pontos bordados não terão um final feliz. Tanto o filme quanto a série tiveram pontos altos, mas, lamento dizer, que ambas não cumpriram solenemente a tarefa de contar a história de Sunny, Violet e Klaus. Sinto que tenho a tarefa de pontuar 07 pontos positivos e negativos essenciais dessas duas produções, comparando sempre ao livro - claro. Se faltou assistir alguma coisa, recomendo parar a leitura aqui pois haverá spoilers mais para a frente. 


É sério, haverá spoilers. 
Vamos adiante. 


1- JIM CARREY SEMPRE SERÁ O MELHOR CONDE OLAF
Desculpas profundas aos fãs de Neil Patrick, mas o Jim Carrey realmente soube representar melhor o Conde Olaf. O vilão é realmente um psicopata, que tem foco apenas para si e para a fortuna dos Baudelaire. Olaf se disfarça o tempo inteiro para tentar capturar os irmãos aonde quer que eles estejam. Com Neil Patrick Olaf foi muito linear. Esse egoísmo e loucuras quase cômicas foram melhor transmitidas pelo Jim, que se entregou mais as caricatas do personagem.